Quem não se acha uma pessoa incrível?

Quem não se acha uma pessoa incrível? – parte 1

Vamos lá, então. Ficou combinado que podemos falar francamente e que se alguém estranhar ou ficar ofendido, vai ter que dizer. Vou publicar em vez de só te responder porque chegamos na esfera dos assuntos que podem ter utilidade pra outras pessoas. Nunca vou citar seu nome ou qualquer pedaço de informação que possa identificar você.

Não vou insistir no assunto por email, mas você está se enganando. Terminar um email dizendo “desculpe por encher sua caixa postal com bobagens” não é uma opção por algo divertido. Começar um texto falando “talvez isso seja uma bobagem” não é uma forma de chamar a atenção da pessoa pra quem você está escrevendo. Essas coisas demonstram a sua insegurança sobre quem você é. E tenho mencionado não porque sua tática deu certo, mas porque esse é um tema fundamental pra felicidade de alguém. É difícil ser feliz se você se sente inseguro.

Tudo que a gente fala, a forma como a gente fala, mostra um pedaço de quem nós somos. Textos são bem reveladores, mais do que encontros ao vivo. Te falei, sou velha, peguei não só a época das cartas em papel como os inícios das salas de bate-papo do uol. E as impressões que tenho sobre o que as pessoas escrevem sempre foram muito reveladoras. Não desprezo uma pessoa por não saber escrever, sei que ninguém tem a obrigação de saber escrever. Mas há muitas coisas da personalidade que transparecem.

Veja por exemplo este artigo do uol. É verdade. E o que fazemos no ambiente do trabalho, também fazemos em outras esferas: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/01/23/7-frases-que-demonstram-inseguranca-e-devem-ser-evitadas-no-trabalho.htm

Quem é você? Você é uma pessoa incrível? Todo mundo devia se achar uma pessoa incrível, brilhante. Todo mundo devia se conhecer bem o suficiente pra saber quais os pontos em que você é único ou tão incomum. Todo mundo devia ter muito orgulho de si.

Ninguém devia ter vergonha ou deixar alguém te esculhambar por coisas como erros de português, faculdade sem nome ou não ter feito faculdade, não ter experiência internacional, não ter lido clássicos, não ser rico ou descolado, não ser branco, não ter aparência de modelo, não ser sarado ou gostosona.

Nada disso importa.

As coisas pra se envergonhar são falta de caráter, desonestidade, ser capaz de roubar, mentir ou trapacear pra se beneficiar ou pra prejudicar pessoas. Agir com maldade, futilidade, ou tapadice, que é achar que só existe um Deus pra 7 bilhões de pessoas e se meu padre ou pastor diz que camisinha e pílula são pecado, abortar é pecado, ter prazer sem ter casado é pecado, ou ter prazer sexual é pecado, então os outros 7 bilhões têm que obedecer.

Você perguntou a minha área. Sou de Humanas. Fiz Editoração na USP de São Paulo. É um curso diurno com 15 vagas sem segunda opção, então quando não passei na primeira chamada tinha certeza de que iria pra Unesp de Bauru fazer Desenho Industrial – um curso em que passei com nota alta, acho que entre os 10 primeiros, graças à prova de aptidão. Desenhei as bolachas em tamanho pequeno e coloquei o waffle em cima da parte com relevo intrincado da bolacha recheada. Quando olhava em volta e via as pessoas fazendo desenhos grandes, pensava “que burrice, assim fica muito mais difícil o desenho parecer bom”.  Mas uma pessoa desistiu de fazer Editoração, e eu entrei.

Fiz USP e tinha a Unesp como opção. Fiz colégio técnico da Unicamp. Ganhei dois troféus de melhor aluna da cidade, no primeiro e no segundo grau, e melhor aluna do colégio. Tinha bolsas na escola de inglês e no cursinho.

Sou uma pessoa bastante inculta. Uma anta em matemática, física, química, geografia, história, biologia. Quando eu estava no segundo colegial tirei uma nota alta numa olimpíada de matemática, e ganhei uma vaga pra um curso de seis meses na Unicamp, todo sábado (que delícia), no Ciclo Básico. Não lembro absolutamente nada dessas aulas.

Minha escola primária era fraca, meu colegial foi um colégio técnico, também com muitas falhas principalmente pras matérias não técnicas. No terceiro colegial eu pude fazer meu estágio e cursinho, além das aulas normais. Foi o suficiente pra passar em duas faculdades públicas, mas eu sei que tenho falhas graves no meu conhecimento e na capacidade de raciocínio abstrato. Tem diálogos entre o Cris e o Daniel, contas ou suposições ou resoluções de quebra-cabeças mentais que eu não acompanho.

Não li os clássicos da literatura ou da filosofia, não assisto à tv, leio poucas notícias de portal. Não sei fazer contas.

E parece que a maioria das pessoas nem desconfia do quanto eu sou inculta ou parva.

Quem não se acha uma pessoa incrível? – parte 2

Vivi até os 18 anos em Limeira. Uma adolescente cheia de prêmios, que se achava feia e sem graça. Uma idiota quanto ao interesse masculino, e sem nunca ter tido um namorado.

Aos 18 mudei pra São Paulo. Não sei dizer o que veio primeiro: o início da minha vida sexual ou a descoberta de que essa história de ter uma aparência padronizada importa pouco.

Na faculdade também conheci meu melhor amigo, alguém que expandiu meus horizontes sobre vida, morte, valores morais, relacionamentos, cultura, argumentação, tolerância. Não seria a mesma pessoa sem ele.

Quem não se acha uma pessoa incrível? Antes dos 20 eu não era. Me considerava num lugar bem baixo da cadeia alimentar. Mesmo essa história de melhor aluna, troféus, bolsas, essas coisas nunca significaram nada pra mim. Minha mãe falava disso pras pessoas e eu morria de vergonha. Nunca me senti alguém especial por isso, achava que tinha colegas muito mais inteligentes e que o sistema era ruim pra reconhecer os bons.

Japonesa baixinha, de óculos, sem graça, cheia de espinhas, pobre, que não sabia dançar em bailinhos ou cantar em festas ou contar piadas ou histórias divertidas e que nunca era correspondida nas minhas paixões. Só recebia elogios idiotas ou indecentes de desconhecidos na rua. E os que eu recebia de colegas, sempre achava que era zoeira ou pura amizade.

O que mudou?

Quem não se acha uma pessoa incrível? – parte 3

Eu me tornei uma pessoa incrível por uma mistura de coisas. As pessoas com quem eu conversava na faculdade, principalmente o meu melhor amigo, tornaram meu mundo maior. Deixei de ser espírita porque não acreditava mais num mundo de expiação e provas. Passei a valorizar mais o prazer e a alegria, a pensar mais nas formas como a sociedade tenta amarrar e restringir as pessoas, principalmente mulheres. Passei a pensar mais sobre a finitude da vida, e o fato de só se ter uma vida, o dever de aproveitá-la bem. Passei a não ver o sexo ou o corpo como algo pecaminoso ou pra se envergonhar. E, o mais importante, coloquei tudo isso em prática: passei a sair com pessoas que conheci pela internet. Nos dias do Tinder isso parece banal, mas 20 anos atrás era algo pra se manter em segredo.

O período de putaria foi essencial pra minha vida, e eu gostaria que todos os jovens de 20 anos passassem por isso. Viver, experimentar, se conhecer. Pra depois poder decidir ser fiel a alguém e não ficar pensando no que não viveu.

Viver só se aprende vivendo. Você tem que passar por experiências pra saber do que você é feito, como você reage a situações difíceis ou inesperadas, pra testar seu orgulho, seu amor-próprio, sua vaidade, sua carência. Sou misantropa, provavelmente por uma configuração do meu cérebro, e hoje em dia tenho escolhido ver poucas pessoas. Mas reconheço o valor e a importância da interação com o outro, principalmente se você não tem muita certeza de quem você é, ou o que você quer pra sua vida, ou se você não se sente satisfeito. Você tem que sair pra rua e ir viver, experimentar, se estrepar, se maravilhar.

Dos 20 aos 27 anos eu experimentei muito. Aprendi muito sobre mim. Os dias de querer morrer estão aí no meio, e também são valiosos.

Eu sou uma pessoa incrível por ser uma mulher que cresceu se sentindo feia e sem graça, e venceu isso. Venci a tempo de conhecer o homem que parece ser o amor da minha vida pra vida toda. E se não tivesse vencido, teria feito o que muita gente faz, que é se sabotar, não se dar uma chance, ou nem tentar.

Eu era uma caipira pobre de uma cidade do interior do Estado, morando numa república. Nunca tinha viajado pra fora do país. O Cris era sócio-diretor da empresa, recém-separado, filho de europeus, alto, bonitão, com muito mais dinheiro e vivência do que eu. Não tínhamos nada em comum nos nossos círculos sociais. Mas a gente gostava de conversar um com o outro, e foi assim que começou. Quando pensamos na nossa história, eu falo que me apaixonei por ele porque ele não tinha medo de mim, da minha intensidade, e ele diz que se apaixonou porque precisava do meu olhar (minhas análises e franqueza) pra saber quem ele era.

Tenho conseguido seguir o caminho de ter relações intensas com as pessoas que me importam. Consigo falar coisas difíceis, não tenho medo de saia justa, mal estar ou mesmo reações de raiva. Se é importante, a gente tem que te falar.

Tenho amigos incríveis. Acho que essa é uma das medidas pra saber se você está bem na vida é sua capacidade de se conectar com gente boa, e eu tenho amigos que são porreta, gente com coração enorme, inteligentíssimos, ligados com o mundo espiritual, verdadeiros, autênticos, honrados.

Sei conversar sobre qualquer coisa, desde que meu interlocutor não seja uma pessoa besta. Ninguém é obrigado a ter conhecimento prévio, mas eu sei ouvir, sei fazer perguntas, inferências, me interesso de verdade pelas pessoas e elas sentem isso.

Consegui realizar coisas incríveis, como o Virtude-ag.com, o Super RG da Guainumbi, sei que contribuí muito pra Portaria Normativa FF 236/2016 ter saído, tenho fotos no Painel da Mata Atlântica no Parque da Tijuca, o único parque brasileiro que recebe milhões de pessoas por ano. Sei que ajudei pessoas a se interessarem pela natureza, ou birdwatchers a se afastarem do perfil de lifeiros e conseguirem pensar mais na natureza e menos nos troféus.

Lanço essas garrafinhas no mar da internet, que são meus blogs, e mesmo sem fazer divulgação de vez em quando elas encontram pessoas pra quem aquele texto faz diferença na vida. Palavras capazes de ajudá-las a gostar mais de si, ou tomar coragem pra mudar, pra se aventurar, pra experimentar. Ou pra torná-las mais fortes na argumentação com os cabeças de bagre.

Tenho bastante clareza sobre mecanismos de dominação, discursos, técnicas que as pessoas usam de propósito ou sem querer para tentar se enganar, enganar os outros – mas não me enganam.

Não sou moralista, não tenho medo de sexo nem do corpo nem de prazer. Estou livre das preocupações com decoro, não pegar bem, o que vão falar de mim.

Assumi o feminismo e tenho panfletado por um mundo mais humano. Tantas pessoas boas, principalmente mulheres, mesmo as que já sofreram várias experiências pessoais ruins não conseguiram se assumir. Por receio de parecerem não cool, elas desprezam o feminismo, enfraquecem e adiam o momento dessa mudança estupenda, que será o dia em que as pessoas vão enxergar as mulheres como seres humanos e não como objetos utilitários ou cidadãos de segunda classe.

Sou uma rara combinação de (1) fotógrafa amadora de natureza que também é fissurada por aves, ou pode falar que sou uma birdwatcher com visão artística e cultura, (2) gosto de artes plásticas e conheço a obra de pintores e escultores famosos, muitas pude ver ao vivo em vários museus do mundo, (3) tenho bom gosto, (4) tenho experiência profissional em empresas grandes. Sei escrever. Sei planejar e executar projetos. Sou eficiente, dedicada, sei coordenar equipe, lidar com pessoas, lidar com pressão, insatisfação, estresse, ansiedade, (5) sou inteligente. Posso ser inculta, mas tenho boa capacidade de analisar fatos e pressupostos, entender mecanismos e motivações. (6) Temos dinheiro suficiente pra eu não precisar trabalhar. Infelizmente não tanto dinheiro a ponto do Cris não precisar mais trabalhar. (7) Sei viver com pouco e gastar pouco. (8) Sou feminista com orgulho e inteligência (9) Tenho muita empatia e sensibilidade, mas também (10) sei ser rigorosa e até implacável (11) gosto de sexo, não tenho medo ou vergonha. Se dar bem com sexo, gostar de si é o tipo de coisa que dá muito poder pra uma pessoa, principalmente pras mulheres.

Decidi investir em autoconhecimento e funcionou. Sei muito sobre mim, minhas motivações, meus valores, meus desejos, qualidades e defeito, e tenho conseguido viver satisfeita com os rumos da minha vida.

E sou uma pessoa incrível porque sou linda. Sim, sim, também sou feia, sem graça, comum, às vezes gorda, com bração, mas uma coisa não exclui a outra, não sei se dá pra entender. Acho que algumas pessoas são lindas de qualquer jeito, a qualquer momento. Elas têm aqueles olhos magnéticos, cabelo e pele de princesa, corpo escultural. Não é meu caso. Sou muito comum e sem graça. Mas posso ser linda também, ou no mínimo bem distinta quando eu quero. Na minha época de putaria aconteciam coisas comigo que a emanação de energia sexual explica, prefiro não contar detalhes. Hoje em dia em geral não quero chamar atenção, mas em dezembro aconteceu de uma mulher vir falar comigo no shopping pra elogiar meu cabelo (não era cantada), e passei o telefone do Charles pra ela, e duas semanas atrás um cara no metrô veio pedir pra tirar fotos minhas. Pareciam universitários fazendo algum tipo de trabalho. Era um dia em que eu não tinha me vestido de invisível (calça jeans e camiseta). Estava com uma saia ampla verde musgo abaixo do joelho, coturnos de verdade, desses que são usados pelo exército do Paraná, por birdwatchers, ou por pessoas urbanas que sabem que vão andar pelas ruas dos alagamentos de janeiro, uma blusinha curta e justa azul com estampas de borboleta. Tenho muita coxa, muita panturrilha e muito peito pra uma japonesa. Tenho lábios carnudos. Se quisesse chamar a atenção, seria fácil andar com decotes ou saias curtas, batom, ou usar saia curta e meia até o joelho, e voltar a ser alguém capaz de chamar a atenção do Angeli (se bem que com 40 anos acho que não tenho mais coragem de me vestir de colegial).

Veja, não estou só me exibindo. Estou querendo dizer que todo mundo tem que ter uma lista desse tipo na cabeça. Tem que ser fácil você falar de você, o que te torna distinto e especial. Você precisa ter uma lista grande, que você possa falar pra si ou pra alguém especial sem medo de parecer pretensioso ou babaca.

Misantropos introvertidos têm mais dificuldade em chamar atenção, já que não costumamos disputar o centro das atenções. Mas há outras formas de chamar a atenção, e eu acredito de verdade que as pessoas que valem a pena vão te enxergar. Saiba quem você é, saiba por que você é incrível, e deixe isso transparecer na sua forma de vestir, na sua postura, na forma como você ocupa o espaço numa mesa, numa cadeira. Na forma como você não tem receio de eventualmente fazer um comentário no grupo, com a voz tranquila, sem medo, algo que expressa seu conhecimento, sua visão, algo ridículo que você fez. (veja abaixo links pra posts que falam mais sobre diálogos)

 

Resumo

Se você não se considera uma pessoa incrível, mude isso.

Não gosta da sua aparência? Mude. Todo mundo pode ficar mais atraente, tudo depende da sua dedicação ao tema. Reeducação alimentar, exercícios físicos, hábitos saudáveis. Essas coisas não exigem dinheiro, é só força de vontade. Fruta e legume custam pouco, há uma infinidade de exercícios físicos que você pode fazer em casa. Homem sem barriga e com um pouco de bíceps sempre atrai olhares, mesmo que não tenha uma beleza clássica. Ou o homem pode ter estilo nas roupas, no corte de cabelo, barba, e isso também o torna distinto. Idem pra mulher, com a vantagem que mulher nem precisa ser sarada, ela pode transparecer que se sente à vontade com o próprio corpo e isso também atrai.

Você se sente desinteressante? Mude isso. Ler mais livros, assistir a mais filmes bons ajudam a ter assunto, a refletir, mas o ponto principal é que você vive. Arrume um hobby, uma tribo, um grupo de discussão literário ou filosófico. Participe de algum trabalho voluntário. Planeje e execute um projeto pessoal, junte dinheiro e faça alguma aventura. Vá ter experiências, interagir com as pessoas.

Saiba quem você é. Escreva, e depois tenha na ponta da língua suas qualidades, seus feitos, seus orgulhos. Tenha isso decor e transpire isso. Se você tiver algum bom amigo com quem conversar sobre isso, discutam sobre você, as impressões que você passa, os erros que você comete.

Se esforce pra não transparecer insegurança e ansiedade. É um exercício mental não deixar sua mente desembestar e ficar pensando em um monte de suposições negativas.

Pra saber mais sobre diálogos com as pessoas: 

Truques da paquera – que tal sem truques?

Sobre a terrível arte de lidar com seres humanos

Crie sua playlist de músicas boas, tenha uma lista de frases inspiradoras, se mantenha num astral bom.

Tire selfies pra um arquivo pessoal, se fotografe todo mês. Tire dezenas de fotos até achar alguma em que você gosta da sua cara. Essa é a imagem que você vai cultivar na sua mente e vai querer transparecer pras pessoas. Eu não tenho quase nada no Facebook, mas no meu computador tem um monte de fotos minhas, principalmente fotos tiradas em frente ao espelho. Uma vez uma amiga viu e falou “como você é fotogênica”, eu “não, sou só boa editora. Você não imagina a quantidade de fotos ruins minhas que já apaguei”.

Não se esconda. Ou pelo menos, escolha os momentos em que você não quer ser invisível. Vista-se, mova-se, aja pra ser notado. Viva novas situações, processe a experiência, saiba mais sobre você, sinta-se cada vez mais incrível e senhor de si e da sua vida.

Se quiser algo com efeito rápido e garantido, procure algum trabalho voluntário em que você pode ajudar pessoas ou uma causa com quem você se importa bastante. Esse é o tipo de coisa que aumenta muito sua sensação de felicidade e significância.

Eu sou incrível. Se olha no espelho e pense isso. O colega do baudasvariedades, que talvez um dia eu tente conversar, fala sobre essas magias do cotidiano. Colocar uma música boa. Se olhar no espelho, sorrir e falar “você é lindo”. Coloque-se na sintonia certa, cultive os pensamentos bons e combata o pessimismo. Diminua cada vez mais a área dos quartinhos fedorentos e você vai ver sua vida melhorar.

 

Cuide de você:

Ideias pra deixar de ser tímido

Reeducação alimentar – pra emagrecer de verdade e viver mais – parte 1/3

 

Selfies

Sempre componha uma auto-imagem

Mitos e verdades sobre selfies