Me pegaram chorando em frente à prateleira dos M&Ms

Talvez só porque eu tenha trocado a pílula, ou porque tem tantas coisas acontecendo, ou porque às vezes dá quase um desespero de pensar “vai acabar, vai acabar” – ele faz 11 neste ano, em um ano e pouco ele não vai mais querer ficar com a gente, só vai querer os amigos. Quer dizer, é o que todos dizem, mas eu, com meu otimismo e pretensão característicos digo que não, que seremos muito próximos a vida toda e também durante a adolescência. Porque eu estou disposta a falar de garotas, amigos, rejeição, frustração, tentar se entender.

Numa situação com tantos elementos pra dar errado, mas que deu tão certo. E quando temos que explicar pra alguém o que eu sou dele, é com tranquilidade que ele responde “ela é minha Tatá”. E ele é meu …. [ele detesta que eu fale o apelido familiar dele fora de casa, então fica como três pontinhos].