Atrasada, eu sei. Mas é que sou um doce de abacaxi.

Ontem à tarde fiquei sem luz (tem sido bem comum quando chove bastante… os prédios da frente têm ficado sem luz mesmo quando não chove), a internet ainda não voltou, e agora de manhã vou passarinhar porque ninguém é de ferro. Mas talvez consiga escrever algo à tarde e postar via 3G. No mínimo, repostar as considerações sobre capricornianos, esse povo que é compreensível crucificarem ou queimarem na fogueira.

Por enquanto:

– estou um doce de abacaxi

– Que?

Beijei seus lábios e falei “doce de abacaxi” (mas não eu não tinha comido doce de abacaxi, e sim um abacaxi bem doce)

– Ah!

– Mas talvez o certo fosse dizer “sou um doce de abacaxi… ou um abacaxi doce”

– espinhudo, difícil de descascar, mas com alguma chance de ser doce por dentro

– isso mesmo

Ninguém fala “meu docinho de abacaxi”, mas existe a expressão “meu docinho de coco”, que também é uma fruta de casca dura e não muito fácil de manusear, apesar de não espinhuda como um abacaxi. Da próxima vez que te chamarem de meu docinho de coco, ou de meu chuchuzinho (um dos legumes mais insossos que existem), pare e pense.