Alguns trechos favoritos de músicas

Dá pra reparar numa tendência?

 

And I don’t know where I ever got the bright idea that I was cool
So alone and independent
But I’m depending on you now
And you’ll always be the only thing that I just can’t be without
And I’m out for you tonight
I’m comin’ out for you tonight

 

We’re just two lost souls
Swimming in a fish bowl
Year after year
Running over the same old ground
What have we found?
The same old fears

 

I’ve been walking the streets at night
Just trying to get it right
It’s hard to see with so many around
You know, I don’t like being stuck in the crowd

And the streets don’t change but, baby, the names
I ain’t got time for the game
‘Cause I need you
But I need you

— x — x —

E comecei minha terapia. Uma entrevista e duas sessões. Já chorei pra explicar o quanto amo o Daniel, já chorei pra falar de lembranças não-boas da infância. Já tive vontade de ser topetuda com minha analista e dizer que não concordo com essa ideia de que terapia é algo difícil e doloroso. Ou melhor, que ser difícil e doloroso não é problema pra orientais. E daí que eu choro? E daí que dói? Ainda não falei pra ela, mas provavelmente vou falar, já que ela quer que eu conte tudo… já contei que estou lutando comigo pra não ficar julgando-a, pensando o que ela pensa sobre as coisas, sobre o que os comentários dela dizem sobre quem ela é… falei pra ela que penso essas coisas, mas que eu sei que não devia estar pensando. Espero que ela tenha algo como um marido com quem pode rir das coisas do dia, ou pelo menos que possa rir sozinha de gente como eu.